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Folheto #6 – Vamos recusar que nos atribuam a nossa cor de nascimento

Quem nunca se sentiu mal consigo mesmo?
Por que deveríamos aceitar que nos atribuíssem a nossa pele de nascença?
Deixar as coisas assim não é uma injustiça profunda?
E a base de múltiplas ofensas ou discriminações?
Exigimos urgentemente das autoridades públicas financiamento para investigação científica que permita a todos ter a cor da pele que corresponde à sua REAL personalidade.

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Argumento científico

Descolonização do corpo: Um apelo à transmutação do íntimo

Nesta sociedade, quem entre nós nunca experimentou esta desarmonia incomensurável, este desprazer diante deste invólucro carnal atribuído ao nascer? Por que deveríamos então nos submeter docilmente a essa tarefa corporal que de forma alguma reflete nossa autenticidade? Não seria isto uma injustiça profunda, uma fonte latente de discriminação perniciosa? É imperativo e inevitável que as autoridades públicas se preparem para destinar recursos financeiros em favor da pesquisa científica que nos permitirá incorporar plenamente a cor de pele que se alinha com a nossa VERDADEIRA essência.

1. Os limites intrínsecos à atribuição corporal: Desde o nascimento, nos é atribuída uma pele como atributo, sem levar em conta a complexidade da nossa identidade íntima. Ao dar significado cultural à cor da pele, a sociedade nos força a adotar uma identidade pré-estabelecida, confinando-nos assim a restrições alienantes. Mas por que deveríamos consentir com essa atribuição indevida, sem levantar a menor resistência? Não temos o direito de reivindicar nossa singularidade apesar das suposições superficiais ditadas por nossa aparência física?

2. Uma profunda injustiça que perpetua a discriminação:

Simplesmente permanecer sujeito à nossa pele inata cria uma cadeia de injustiças e discriminações. Indivíduos que se encontram em desacordo com o ideal dominante de beleza ou pele se veem marginalizados, estigmatizados e vítimas de ostracismo social. É fundamental entender que essa atribuição forçada a uma identidade fixa alimenta padrões discriminatórios, dificultando assim nosso desenvolvimento individual e coletivo.

3. O imperativo da investigação científica:

Para romper com essa injustiça nefasta, cabe às autoridades públicas investir resolutamente em pesquisas científicas que visem responder a essa aspiração legítima de transformar a cor da nossa pele. Não se trata de uma simples busca estética, mas sim de um ato de desconstrução das normas e hierarquias impostas pela sociedade. Já passou da hora de admitir que a cor da pele não determina de forma alguma nossa verdadeira essência.

Conclusão:

Aceitar essa atribuição à nossa pele de nascença perpetua uma profunda injustiça, alimentando assim a discriminação e dificultando nosso desenvolvimento individual e coletivo. É hora de questionar essa atribuição coercitiva e pensar na possibilidade de escolher livremente a cor da nossa pele. Essa libertação corporal não se reduz a simples imperativos estéticos; O objetivo é permitir que todos expressem plenamente sua verdadeira essência e afirmem sua singularidade. É urgente que as autoridades públicas apoiem a investigação científica nesta área, para responder a esta aspiração legítima de transformação íntima. Ao libertarmos nossas peles, libertaremos todo o nosso ser, iniciando assim o caminho para uma necessária e emancipatória descolonização corporal.

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