Saiba MaisA rede LIEU, o laboratório AMUP, o laboratório SAGE, bem como a IFRA Nigéria têm o prazer de convidá-lo para o 3º dia da conferência itinerante 2022-23: Herança minoritária #3. Matrimônio e patrimônio experimental da “natureza” na cidade. Argumento Este terceiro dia de estudo, inserido nos estudos críticos do património, insere-se num ciclo de investigação interdisciplinar dedicado ao “património “minoritário”: questões epistemológicas, campos e questões emergentes” (RESEAU LIEU, AMUP - ENSAS, SAGE-Universidade de Estrasburgo, IFRA-Nigéria) (2022-2024). Dentro do paradigma da “onipatrimonialização frágil” (M. Gravari-Barbas, 2014) estão a desenvolver formas de património fundamentalmente plurais e cada vez mais diversificadas, enquanto as tipologias suscetíveis de constituir património se multiplicam. Contudo, nem todas as formas de património têm o mesmo estatuto social ou beneficiam do mesmo reconhecimento. Este ciclo propõe mudar o foco da era aparentemente falsamente consensual de “toda a herança” (M. Gravari-Barbas, V. Veschambre, 2003), “para além do consenso patrimonial” (J. Bondaz, C. Isnart, A. Leblon, 2012) e questionar a noção de herança “minoritária” (B. Morovich, 2022). Esta noção resulta de uma transferência para o campo patrimonial da noção de “grupo minoritário”, ou melhor, da relação entre um grupo dominante e as minorias, desenvolvida pela socióloga Colette Guillaumin (1985). Ao questionar o património através de processos minoritários ou inacabados, evocaremos também as noções de arena patrimonial (Roth, 2003; Givre, 2012) ou arena cultural (Morovich, 2021) para as pôr à prova em contextos urbanos, políticos, convulsão social e agora de saúde. Essas arenas estão se desenvolvendo particularmente nas cidades, onde a cultura e o patrimônio se confrontam com a metropolização, uma tradução urbana da nova etapa da globalização (Djament-Tran e San Marco, 2014). Os primeiros dois dias de estudo destacaram dois temas patrimoniais emergentes aos quais o terceiro será dedicado: os matrimónios e o património da “natureza” na cidade. Foi no âmbito do exame de coleções etnológicas através da lente crítica dos estudos subalternos, mencionado durante o segundo dia de estudo, que a antropóloga Ellen Hertz (2002) atualizou o termo medieval matrimoine (propriedade herdada da mãe), com o objetivo de repensar o nosso património em termos feministas e gerar novos regimes patrimoniais. Ao mesmo tempo, Aurore Evain (2001, 2006) destacou a herança teatral. As questões ambientais contemporâneas estão nos levando a repensar a construção do patrimônio da "natureza" e/ou da paisagem, historicamente construída pelo paradigma naturalista sensível em conexão com os processos de artificialização (Roger, 1997), o que nos levará a revisitar o papel dos artistas na construção do patrimônio "minoritário". O matrimónio permitir-nos-á aqui abordar a herança das minorias “de género”, mas também num sentido muito mais amplo, “uma herança territorializada, ancorada, que mantém o seu valor de existência, mas” que “também tem um valor de uso” (Gravari-Barbas, 2014). Da mesma forma, serão abordadas experiências “minoritárias”, “quotidianas” e/ou de protesto do património da “natureza” na cidade, tanto nas cidades ocidentais como nas cidades não ocidentais, não apenas como um tipo de património (ou infra. -património (Guitard, 2021)), cuja oposição ao património “cultural” deve ser superada, mas como um questionamento transversal do paradigma do património contemporâneo. Marcado pelas tendências de patrimonialização dos seres vivos (Micoud, 2000) e pelos desafios de entrar no “antropoceno” (Bonneuil, Fressoz, 2013) ou no “capitaloceno” (Bonneuil, 2017), este último tende a “integrar organicamente grandes desafios ambientais na vida” dos residentes (Gravari-Barbas, 2014). Participação ENSA Paris la Villette | Local das Ardenas (23 rue des Ardennes, 75019 Paris, M. Ourcq, código de acesso 1965 #) Em modo híbrido neste endereço: https://paris-lavillette-archi.webex.com/paris-lavillette-archi-fr/j.php?MTID=m987984bcd129b2129790e779d8af0437 ID: 2734 474 1597 Senha: Lieu2023 Coordenação Barbara Morovich (AMUP e Ifra-Nigéria, membro da Rede LIEU Géraldine Djament (UMR SAGE, associada ao EIREST) Este terceiro dia de estudo, parte de estudos críticos do património, está localizado no âmbito de um ciclo de investigação interdisciplinar dedicado ao “patrimônio “minoritário”: questões epistemológicas, campos e questões emergentes” (RESEAU LIEU, AMUP-ENSAS, SAGE-Universidade de Estrasburgo, IFRA-Nigéria) (2022-2024). Dentro do paradigma da “onipatrimonialização frágil” (M. Gravari-Barbas, 2014) estão a desenvolver formas de património fundamentalmente plurais e cada vez mais diversificadas, enquanto as tipologias suscetíveis de constituir património se multiplicam. Contudo, nem todas as formas de património têm o mesmo estatuto social ou beneficiam do mesmo reconhecimento. Este ciclo propõe mudar o foco da era aparentemente falsamente consensual de “toda a herança” (M. Gravari-Barbas, V. Veschambre, 2003), “para além do consenso patrimonial” (J. Bondaz, C. Isnart, A. Leblon, 2012) e questionar a noção de herança “minoritária” (B. Morovich, 2022). Esta noção resulta de uma transferência para o campo patrimonial da noção de “grupo minoritário”, ou melhor, da relação entre um grupo dominante e as minorias, desenvolvida pela socióloga Colette Guillaumin (1985). Ao questionar o património através de processos minoritários ou inacabados, evocaremos também as noções de arena patrimonial (Roth, 2003; Givre, 2012) ou arena cultural (Morovich, 2021) para as pôr à prova em contextos urbanos, políticos, convulsão social e agora de saúde. Essas arenas estão se desenvolvendo particularmente nas cidades, onde a cultura e o patrimônio se confrontam com a metropolização, uma tradução urbana da nova etapa da globalização (Djament-Tran e San Marco, 2014). Os primeiros dois dias de estudo destacaram dois temas patrimoniais emergentes aos quais o terceiro será dedicado: os matrimónios e o património da “natureza” na cidade. Foi no âmbito do exame de coleções etnológicas através da lente crítica dos estudos subalternos, mencionado durante o segundo dia de estudo, que a antropóloga Ellen Hertz (2002) atualizou o termo medieval matrimoine (propriedade herdada da mãe), com o objetivo de repensar o nosso património em termos feministas e gerar novos regimes patrimoniais. Ao mesmo tempo, Aurore Evain (2001, 2006) destacou a herança teatral. As questões ambientais contemporâneas estão nos levando a repensar a construção do patrimônio da "natureza" e/ou da paisagem, historicamente construída pelo paradigma naturalista sensível em conexão com os processos de artificialização (Roger, 1997), o que nos levará a revisitar o papel dos artistas na construção do patrimônio "minoritário". O matrimónio permitir-nos-á aqui abordar a herança das minorias “de género”, mas também num sentido muito mais amplo, “uma herança territorializada, ancorada, que mantém o seu valor de existência, mas” que “também tem um valor de uso” (Gravari-Barbas, 2014). Da mesma forma, serão abordadas experiências “minoritárias”, “quotidianas” e/ou de protesto do património da “natureza” na cidade, tanto nas cidades ocidentais como nas cidades não ocidentais, não apenas como um tipo de património (ou infra. -património (Guitard, 2021)), cuja oposição ao património “cultural” deve ser superada, mas como um questionamento transversal do paradigma do património contemporâneo. Marcado pelas tendências de patrimonialização dos seres vivos (Micoud, 2000) e pelos desafios de entrar no “antropoceno” (Bonneuil, Fressoz, 2013) ou no “capitaloceno” (Bonneuil, 2017), este último tende a “integrar organicamente grandes desafios ambientais na vida” dos residentes (Gravari-Barbas, 2014). Programa 9h00: Boas-vindas 9h15: Abertura: Alessia de Biase (UMR LAVUE, LAA, chefe da rede LIEU) 9h30-45: Introdução: Barbara Morovich (via videoconferência), Géraldine Djament Debatedor: Jean-Marc Besse (Géographie-Cités, EHGO) 9h45-10h15: Emilie Guitard (PRODIG, IFRA Nigéria), Sébastien Jacquot (EIREST), Marie Morelle (EVS): Relações infrapatrimoniais em Ibadan (Nigéria) e Yaoundé (Camarões). Identificação com base nos usos e conhecimentos sobre plantas 10:15-10:30: Intervalo 10:30-12:00: Mesa redonda: Jardins e mobilizações Ivan Fouquet (arquiteto) e Viviane Griveau Genest (jardineira da JAD): Espaços urbanos como patrimônio a ser preservado? História e insights sobre a luta das hortas em loteamento em Aubervilliers Victoria Sachsé (Coordenadora do MetroForum, pesquisadora associada da TVES (ULille) e LinCs (Unistra)): O patrimônio como forma de apropriação e legitimação da ocupação do espaço público, o caso do Tre Fontane compartilhou jardim em Roma. Isabelle Madesclaire (professora aposentada de urbanismo, representante da Comissão Reille) e Daniel Lelièvre (arquiteto): O sítio Reille Couvent, por uma ética da natureza e do patrimônio em Paris. 12h12 - 20h12: Debate 20h14 - 14h14: Intervalo para almoço Tarde Uma experiência de património arquitectónico e património “natureza na cidade”: maladrerie (Aubervilliers) Debatedora: Sabrina Bresson (ENSA Paris Val de Seine, CRH -LAVUE) 30h14 -30h14: Exibição do filme de Flavie Pinatel (realizador, ENSA Paris-la Villette): as canções de La Maladrerie 50h14-50h15: Flavie Pinatel: La Maladrerie: a estado de espírito 05h15-05h15: Discussão 20h2-15h20: intervalo Sessão 16: matrimônios Debatedor: Géraldine Djament (Universidade de Estrasburgo, UMR SAGE, associada ao EIREST) 16h17 das 30h às XNUMXh: Saskia Cousin (SOPHIAPOL, Universidade de Nanterre, por videoconferência): Matrimônios, um ponto de vista localizado das XNUMXh às XNUMXhXNUMX: Mesa redonda: Marie Guerini (secretária geral da Associação HF Ile de France. Igualdade de Género nas Artes e na Cultura, desde 2016 coordenadora das Jornadas do Matrimoine): Do activismo feminista às Jornadas do Matrimoine Rossella Gotti (arquitecta, cofundadora da associação MéMO): Mulheres arquitectas e Matrimoine. Michel Rautenberg (Centro Max Weber): O património das mulheres/pelas mulheres: outra versão da história e do património do Centro Cultural Goutelas (Loire) 17h30-17h50: debate 17h50-18h10 tarde: Alessia de Biase, Barbara Morovich, Géraldine Djament. Conclusão provisória e perspectivas dos 3 dias de estudo
A rede LIEU, o laboratório AMUP, o laboratório SAGE, bem como a IFRA Nigéria têm o prazer de convidá-lo para o 3º dia da conferência itinerante 2022-23: Herança minoritária #3. Matrimônio e patrimônio experimental da “natureza” na cidade.
análise racional
Este terceiro dia de estudo, inserido nos estudos críticos do património, insere-se num ciclo de investigação interdisciplinar dedicado ao “património “minoritário”: questões epistemológicas, campos e questões emergentes” (RESEAU LIEU, AMUP-ENSAS, SAGE-Universidade de Estrasburgo, IFRA -Nigéria) (2022-2024). Dentro do paradigma da “onipatrimonialização frágil” (M. Gravari-Barbas, 2014), desenvolvem-se patrimonializações fundamentalmente plurais e cada vez mais diversificadas, ao mesmo tempo que se multiplicam as tipologias susceptíveis de constituir património. Contudo, nem todas as formas de património têm o mesmo estatuto social ou beneficiam do mesmo reconhecimento. Este ciclo propõe deslocar o foco da era aparentemente falsamente consensual de “todo patrimônio” (M. Gravari-Barbas, V. Veschambre, 2003), “para além do consenso patrimonial” (J. Bondaz, C. Isnart, A. Leblon , 2012) e questionar a noção de patrimonializações “minoritárias” (B. Morovich, 2022). Esta noção resulta de uma transferência para o campo patrimonial da noção de “grupo minoritário”, ou melhor, da relação entre um grupo dominante e as minorias, desenvolvida pela socióloga Colette Guillaumin (1985). Ao questionar o património através de processos minoritários ou inacabados, evocaremos também as noções de arena patrimonial (Roth, 2003; Givre, 2012) ou arena cultural (Morovich, 2021) para as pôr à prova em contextos urbanos, políticos, convulsão social e agora de saúde. Estas arenas estão a desenvolver-se particularmente nas cidades, onde a cultura e o património são confrontados com a metropolização, a tradução urbana da nova fase da globalização (Djament-Tran e San Marco, 2014).
Os primeiros dois dias de estudo destacaram dois temas patrimoniais emergentes aos quais o terceiro será dedicado: os matrimónios e o património da “natureza” na cidade.
É no âmbito do exame das coleções etnológicas através do prisma crítico da estudos juniores, mencionou durante a segunda jornada de estudo, que a antropóloga Ellen Hertz (2002) atualizou o termo medieval de matrimônio (propriedade herdada da mãe), com o objetivo de repensar nossa herança em termos feministas e gerar novos regimes de propriedade. Ao mesmo tempo, Aurore Evain (2001, 2006) destacou a herança teatral. As questões ambientais contemporâneas levam ao mesmo tempo a repensar o património da “natureza” e/ou da paisagem, historicamente construído pelo sensível paradigma naturalista em ligação com processos de artificialização (Roger, 1997), o que nos levará a regressar ao papel de artistas na criação de património “minoritário”.
O matrimónio permitir-nos-á aqui abordar a herança das minorias “de género”, mas também num sentido muito mais amplo, “uma herança territorializada, ancorada, que mantém o seu valor de existência, mas” que “também tem um valor de uso” (Gravari-Barbas, 2014). Da mesma forma, serão abordadas experiências “minoritárias”, “quotidianas” e/ou de protesto do património da “natureza” na cidade, tanto nas cidades ocidentais como nas cidades não ocidentais, não apenas como um tipo de património (ou infra. -património (Guitard, 2021)), cuja oposição ao património “cultural” deve ser superada, mas como um questionamento transversal do paradigma do património contemporâneo. Marcado pelas tendências de patrimonialização dos seres vivos (Micoud, 2000) e pelos desafios de entrar no “antropoceno” (Bonneuil, Fressoz, 2013) ou no “capitaloceno” (Bonneuil, 2017), este último tende a “integrar organicamente grandes desafios ambientais na vida” dos residentes (Gravari-Barbas, 2014).
Participação
ENSA Paris la Villette | Local das Ardenas (23 rue des Ardennes, 75019 Paris, M. Ourcq, código de acesso 1965 #)
Em modo híbrido neste endereço: https://paris-lavillette-archi.webex.com/paris-lavillette-archi-fr/j.php?MTID=m987984bcd129b2129790e779d8af0437
ID: 2734 474 1597
Senha: Localização2023
Coordenação
Barbara Morovich (AMUP e Ifra-Nigéria, membro do Rede de LOCALIZAÇÃO Géraldine Djament (UMR SAGE, associada ao EIREST)
Este terceiro dia de estudo, inserido nos estudos críticos do património, insere-se num ciclo de investigação interdisciplinar dedicado ao “património “minoritário”: questões epistemológicas, campos e questões emergentes” (RESEAU LIEU, AMUP-ENSAS, SAGE-Universidade de Estrasburgo, IFRA -Nigéria) (2022-2024). Dentro do paradigma da “onipatrimonialização frágil” (M. Gravari-Barbas, 2014), desenvolvem-se patrimonializações fundamentalmente plurais e cada vez mais diversificadas, ao mesmo tempo que se multiplicam as tipologias susceptíveis de constituir património. Contudo, nem todas as formas de património têm o mesmo estatuto social ou beneficiam do mesmo reconhecimento. Este ciclo propõe deslocar o foco da era aparentemente falsamente consensual de “todo patrimônio” (M. Gravari-Barbas, V. Veschambre, 2003), “para além do consenso patrimonial” (J. Bondaz, C. Isnart, A. Leblon , 2012) e questionar a noção de patrimonializações “minoritárias” (B. Morovich, 2022). Esta noção resulta de uma transferência para o campo patrimonial da noção de “grupo minoritário”, ou melhor, da relação entre um grupo dominante e as minorias, desenvolvida pela socióloga Colette Guillaumin (1985). Ao questionar o património através de processos minoritários ou inacabados, evocaremos também as noções de arena patrimonial (Roth, 2003; Givre, 2012) ou arena cultural (Morovich, 2021) para as pôr à prova em contextos urbanos, políticos, convulsão social e agora de saúde. Estas arenas estão a desenvolver-se particularmente nas cidades, onde a cultura e o património são confrontados com a metropolização, a tradução urbana da nova fase da globalização (Djament-Tran e San Marco, 2014).
Os primeiros dois dias de estudo destacaram dois temas patrimoniais emergentes aos quais o terceiro será dedicado: os matrimónios e o património da “natureza” na cidade.
É no âmbito do exame das coleções etnológicas através do prisma crítico da estudos juniores, mencionou durante a segunda jornada de estudo, que a antropóloga Ellen Hertz (2002) atualizou o termo medieval de matrimônio (propriedade herdada da mãe), com o objetivo de repensar nossa herança em termos feministas e gerar novos regimes de propriedade. Ao mesmo tempo, Aurore Evain (2001, 2006) destacou a herança teatral. As questões ambientais contemporâneas levam ao mesmo tempo a repensar o património da “natureza” e/ou da paisagem, historicamente construído pelo sensível paradigma naturalista em ligação com processos de artificialização (Roger, 1997), o que nos levará a regressar ao papel de artistas na criação de património “minoritário”.
O matrimónio permitir-nos-á aqui abordar a herança das minorias “de género”, mas também num sentido muito mais amplo, “uma herança territorializada, ancorada, que mantém o seu valor de existência, mas” que “também tem um valor de uso” (Gravari-Barbas, 2014). Da mesma forma, serão abordadas experiências “minoritárias”, “quotidianas” e/ou de protesto do património da “natureza” na cidade, tanto nas cidades ocidentais como nas cidades não ocidentais, não apenas como um tipo de património (ou infra. -património (Guitard, 2021)), cuja oposição ao património “cultural” deve ser superada, mas como um questionamento transversal do paradigma do património contemporâneo. Marcado pelas tendências de patrimonialização dos seres vivos (Micoud, 2000) e pelos desafios de entrar no “antropoceno” (Bonneuil, Fressoz, 2013) ou no “capitaloceno” (Bonneuil, 2017), este último tende a “integrar organicamente grandes desafios ambientais na vida” dos residentes (Gravari-Barbas, 2014).
Programa
9h: recepção 9h15: Abertura: Alessia de Biase (UMR LAVUE, LAA, chefe da rede LIEU) 9h30-45h: Introdução: Bárbara Morovich (por videoconferência), Geraldine Djament
Discutindo: Jean-Marc Besse (Geografia-Cidades, EHGO)
9h45-10h15: Emilie Guitard (PRODIG, IFRA Nigéria), Sébastien Jacquot (EIREST), Maria Morelle (EVS): Relações infrapatrimoniais em Ibadan (Nigéria) e Yaoundé (Camarões). Identificação baseada em usos e conhecimentos em torno das plantas
10h15-10h30: Intervalo
10h30-12h: Mesa Redonda: Jardins e mobilizações
Ivan Fouquét (arquiteto) e Viviane Griveau Genest (Jardineiro JAD): Solo urbano como património a salvar? História e insights sobre a luta das hortas em parcelas em Aubervilliers Victoria Sachse (Coordenador do MetroForum, investigador associado da TVES (ULille) e LinCs (Unistra)): O património como forma de apropriação e legitimação da ocupação do espaço público, o caso do jardim partilhado Tre Fontane em Roma. Isabelle Madesclaire (professor aposentado de urbanismo, representante da Comissão Reille) e Daniel Lelièvre (arquiteto): O sítio do Convento Reille, para uma ética da natureza e do patrimônio em Paris.
12h-12h20: Discussão
12h20 às 14h: Intervalo para almoço
Tarde
Uma experiência de património arquitectónico e património de “natureza na cidade”: la maladrerie (Aubervilliers)
Debatedor: Sabrina Bresson (ENSA Paris Val de Seine, CRH-LAVUE)
14h14-30hXNUMX: Exibição do filmee Flávie Pinatel (diretor, ENSA Paris-la Villette): as canções de La Maladrerie 14h30-14h50: Flávia Pinatel : Maladrerie: um estado de espírito 14h50-15h05: Discussão
15h05-15h20: intervalo
Sessão 2: matrimônios
Debatedor: Geraldine Djament (Universidade de Estrasburgo, UMR SAGE, associada ao EIREST)
15h20-16h: Prima Saskia (SOPHIAPOL, Universidade de Nanterre, por videoconferência): Matrimônio, um ponto de vista situado
16h17-30hXNUMX: Mesa Redonda:
Maria Guerini (secretária geral da Associação HF Ile de France. Igualdade de Género nas Artes e na Cultura, desde 2016 coordenadora das Jornadas de Matrimoine): Do ativismo feminista aos Dias do Matrimoine Rossella Gotti (arquiteta, cofundadora da associação MéMO): Mulheres arquitetas e Matrimoine. Michael Rautenberg (Centro Max Weber): O património das mulheres/pelas mulheres: outra versão da história e do património do Centro Cultural Goutelas (Loire)
17h30 às 17h50: discussão
17h50-18h10: Alessia de Biase, Barbara Morovich, Géraldine Djament. Conclusão provisória e perspectivas dos 3 dias de estudo
“Este post é um resumo do nosso monitoramento de informações”