Brice Couturier e Erell Thevenon-Poullenec: “O modelo de negócios francês é duramente atingido pela ideologia desperta”

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Brice Couturier e Erell Thevenon-Poullenec: “O modelo de negócios francês é duramente atingido pela ideologia desperta”

Saiba Mais  Reservado aos assinantes ENTREVISTA – Em Empresas diante de demandas de identidade (PUF), os ensaístas explicam a permeabilidade das empresas francesas à ideologia desperta e propõem alavancas para ações concretas de proteção contra ela. Brice Couturier é jornalista cultural. Ele é notavelmente o autor de OK Millenials! (O Observatório, 2021). Erell Thevenon-Poullennec é doutor em direito, delegado geral do Instituto de Inovação Económica e Social e publicou Vertiges du teletravail (Les Ozalids, 2021). Juntos, publicaram L'Entreprise face aux demand identitaires (PUF, março de 2023, 215 p., 16 euros). Que riscos esta ideologia representa para o modelo francês? LE FÍGARO. – No seu livro, você aponta a ascensão do movimento wake nas empresas francesas. Como essas reivindicações de identidade se manifestam? Erell THEVENON-POULLENNEC. – Estas exigências identitárias são a expressão do lado “sombrio” do movimento desperto. No livro, distinguimos o movimento wake, que afirma fazer parte do movimento progressista, da sua deriva identitária, cuja substância nos parece atacar os fundamentos da sociedade. Esta ideologia reduz as relações sociais a relações de poder opressivas e opostas… Este artigo é reservado a assinantes. Você ainda tem 85% para descobrir. 

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ENTREVISTA – Em Empresas enfrentando demandas de identidade (PUF), os ensaístas explicam a permeabilidade das empresas francesas à ideologia desperta e propõem alavancas de ação concretas para se proteger contra ela.

Brice Couturier é jornalista cultural. Ele é notavelmente o autor de OK, geração do milênio! (O Observatório, 2021). Erell Thevenon-Poullennec é doutor em direito, delegado geral do Instituto de Inovação Económica e Social, e publicou Tonturas do teletrabalho (Os Ozalidas, 2021). Juntos, eles publicaram A Empresa enfrentando demandas de identidade (PUF, março de 2023, 215 p., 16€). Que riscos esta ideologia representa para o modelo francês?

LE FÍGARO. – No seu livro, você aponta a ascensão do movimento wake nas empresas francesas. Como essas reivindicações de identidade se manifestam?

Erell THEVENON-POULLENNEC. – Estas reivindicações de identidade são a expressão de o lado “escuro” do movimento acordado. No livro, distinguimos o movimento wake, que afirma fazer parte do movimento progressista, da sua deriva identitária, cuja substância nos parece atacar os fundamentos da sociedade. Esta ideologia reduz as relações sociais a relações de poder opressivas e opostas…

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