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Destaques
Jean Szlamowicz e Yana Grinshpuhn

Escrita inclusiva posta à prova da linguística

A pretensão de contribuir para o progresso social através da escrita inclusiva (EI) baseia-se em premissas falsas, ligadas a uma interpretação parcial que distorce a realidade do comprovado funcionamento gramatical da língua francesa. A escrita inclusiva é uma reforma militante da linguagem construída na denúncia de injustiças imaginárias decorrentes de interpretações simbólicas que não correspondem a nenhuma realidade estritamente linguística. Pretende incluir várias identidades de género ou “visibilizar” as mulheres, marketing político que nada tem em comum com a descrição das classes nominais dos franceses e constitui uma reivindicação política baseada em crenças e não em conhecimentos empiricamente verificados. Os seus defensores, mesmo entre os linguistas, prescrevem obras e referências que vão contra os métodos, dados e conhecimentos aceites nas ciências da linguagem.

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